Arquivo da Categoria ‘Educação’

O desabafo ocorreu em função da pouca participação dos sócios na Assembleia

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Jeremoabo: Escolas Reunidas completa 90 anos

Postado por Adalberto Moreno em 14 de maio de 2015

 Alvorada Festiva comemorou pelas ruas o aniversário da Escola

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As Redes Sociais, aliadas ou inimigas?

Postado por Adalberto Moreno em 5 de janeiro de 2015

Natal, tempo do Advento!

Postado por Adalberto Moreno em 19 de novembro de 2013

Quando “dezembro” se aproxima, nascem muitos desejos e sentimentos, reunião da família, momento para contar um pouco das histórias do coração, momento de partilhar, construir, trocar, sentir, abençoar e principalmente momento de celebrar o nascimento mais transformador de todas as nações, o nascimento de JESUS. Não são as cores, as luzes, as músicas, o toque dos sinos, o colorido verde e vermelho que enobrecem a magia desse tempo tão precioso, é a forma como cristãos que somos e nos deixamos contaminar pelo “tempo do advento”, tempo de preparação, de espera d’Aquele que há de vir. Pelo Advento nos preparamos para celebrar o Senhor que veio que vem e que virá; sua liturgia conduz a celebrar as duas vindas de Cristo: Natal e Parusia. “Na primeira, celebra-se a manifestação de Deus experimentada há mais de dois mil anos com o nascimento de Jesus, e na segunda, a sua desejada manifestação no final dos tempos, quando Cristo vier em sua glória.”

É um tempo tão abençoado que não devemos jamais nos permitir que a ação de comprar e vender sejam primordiais, apesar de sabermos que culturalmente o comércio sobrevive de épocas, datas e comemorações, grandes ilusão de homens e mulheres.

Todo lar é bênção, família é o único ingrediente que não pode faltar e cada um de nós devemos nos concentrar nesse tempo absolutamente encantador e nos preparar para um nascimento especial que acontece com a prática da oração e comemoração conforme sua religião. Praticar o desapego de coisas materiais, visto que a transformação está atrelada a uma história de nascimento que se tornou conhecida diante de toda a humanidade, é histórica, é universal. Como católicos, nos colocamos nessa celebração que compreendem quatro domingos, o próximo dia 27 de novembro, a Igreja inicia o novo Ano Litúrgico com a celebração do 1º Domingo do Advento. Época indicada para iniciar a arrumação da árvore de natal, sugestão inclusive que se faça aos poucos até chegar o dia 17 de dezembro, momento em que a Bíblia começa a intensificar o nascimento de Jesus,

(apenas sugestão). O que deve ser colocado como PRIORIDADE nesse tempo tão divino é a ideia do encontro com Deus, a realização da promessa de sua irrestrita presença junto a nós. Além da conversão, ou seja, a transformação da vida para toda a humanidade; lembremos que não é um tempo dedicado aos ricos, pelo contrário, anuncia a boa-nova aos pobres. Pense nisso!

Para você que nos acompanhou em todo o tempo comum de 2013, desejamos que o amor renasça em seu coração, que você viva verdadeiramente o tempo do advento. Um tempo de espera, encontro e transformação.

Votos de toda a equipe do Jeremoabo Agora!

Um abraço carinhoso. A gente se encontra por aqui.

Rosa Maria de Oliveira Medeiros – Pedagoga-Pós graduada em Gestão de Pessoas – Pós Graduada em Coordenação Pedagógica

A homenagem culminou com um almoço e confraternização de todos os presentes

Festa Capa (mais…)

A proposta é norteada por um conjunto integrado de ações, materiais e referências curriculares e pedagógicas

Carla Melo 2 (mais…)

Sou mais o professor!

Postado por Adalberto Moreno em 18 de fevereiro de 2013

Preparando-se para iniciar o ano letivo 2013, nos pegamos pensando nos desafios que movem o nosso contexto, especialmente no que tange ao universo “educação”, a peleja com a família, a comunidade, os estudantes, as exigências que sucumbem o nosso cotidiano, as intempéries costumeiras e junto a tudo isso a crença de que toda fé e verdade é uma forma de vivenciar a caridade. O tema da Campanha da Fraternidade 2013 vem com ânimo para contaminar a nossa juventude, Tema: Fraternidade e Juventude e o Lema é: Eis-me aqui, envia-me! Junto a toda essa novidade Jesus nos faz pensar e crer que “algo bom vai acontecer, algo bom Deus tem para nós”, é o convite para todo o católico, cristão, educador, jovem e pessoa de fé.

Ao longo dos anos, muitos educadores têm dedicado seus estudos a arte de manter-se firme no desafio constante de “educar”, que exige muito mais do que certificados, títulos e experiências, exige dedicação cristã, um encher-se diariamente do espírito santo para conseguir serenidade, sabedoria, fé e confiança na lida que envolve educadores, pais, estudantes, comunidade escolar, comunidade local e opiniões populares que decorrem às aflições alheias. O que se passa em nosso interior é o nosso anseio que se refere ao paradoxo trabalho na arte de educar.

Falando em educação…

Os jovens dispõem de ferramentas, tecnologias e recursos interessantes que nos vemos encurralados por uma perspectiva culturalista, onde os objetivos de avanços são integrados e creditados às TICs, (Tecnologias da Informação e Comunicação) de forma a aperfeiçoar as atividades educacionais. Diante de tudo isso está o professor, desafiado pelas TICs, junto a INTERNET, que não são mais o futuro, como se discutia nas últimas décadas, são necessárias apenas para atenderem as demandas do mundo atual. Acredito que o que vai tornar a aula de um professor mais significativa não é o uso das tecnologias, mas sua atitude e entrega no universo do aluno, no que se refere à aprendizagem, interação, provocação para produzir intervenção e

descobertas. Um computador por si só não torna um aluno pesquisador, o que o torna curioso para lidar com a máquina é o professor. Do mesmo jeito que o livro didático não garante uma boa aula. No entanto, é preciso lembrar que muitas vezes é o livro didático a única ferramenta que alguns alunos dispõem. O que transforma a comunidade estudantil é o compromisso que o professor tem de ensinar e de buscar constantemente o aprender a ensinar. É a atitude política que o professor tem em favor do aluno e da educação. Não vejo supremacia nas tecnologias frente às salas de aula, vejo como uma boa coadjuvante. Valorizo mesmo o professor que com sua arte de ensinar, transforma pessoas, encanta e atrai olhares, suscita sonhos, muda caminhos, cultiva terrenos de todas as espécies por meio de instrumentos, no mínimo, peculiares: a palavra, o amor, o afeto, o respeito, a dedicação e a esperança. Confio de que apesar da escola pública da Rede Estadual pretender adotar a partir de 2015 o livro digital, a figura mais importante na interação com o aluno será o professor.

Desejo a todos os educadores da Rede Pública e Privada um ano letivo abençoado! Marcado pela Palavra do Senhor! Que cada educador possa ser um pouco do que fez Dom Bosco, socorrer e educar a juventude.

Conto com sua opinião! A gente se encontra por aqui.

Abraço!

Paz e luz a todos!

Rosa Maria de Oliveira Medeiros – Pedagoga-Pós graduada em Gestão de Pessoas – Pós Graduada em Coordenação Pedagógica

Assim nos diz Jesus: Novembro, Dezembro, Natal…

Postado por Adalberto Moreno em 26 de novembro de 2012

Jogos Olímpicos, uma forma de mostrar o Brasil ao mundo!

Postado por Adalberto Moreno em 30 de julho de 2012

Jogos Olímpicos, uma forma de mostrar o Brasil ao mundo!

Desde sua criação, há mais de 2.700 a.C, os Jogos Olímpicos assumiram um papel fundamental na vida dos gregos. Compreendemos a importância desses Jogos no momento da abertura, na mostra dos costumes, culturas, pessoas, misturas étnicas, entre outros. Acaso há acontecimento que modifique cabeças e mobilize pessoas do que os Jogos Olímpicos e a Copa? Não há com certeza. Diante de uma diversidade de ideais, sonhos, potencial humano, realidades sociais e conquistas esportivas, vibram a união dos povos, a união das raças e das crenças, obviamente a única coisa que nos separa é a mesma que nos une: a competição! Somente como resgate de memória, as competições eram capazes de interromper as guerras entre as cidades, num ritual conhecido por “trégua sagrada”. Nessa época sequer tínhamos a ideia de globalização, mas já existia com menos intensidade, é claro. Quando nos remetemos a História dos Jogos Olímpicos percebemos que o objetivo inicial era reunir algumas centenas de pessoas que praticavam esporte, quem o idealizou não sabia que se transformaria num dos principais eventos culturais do mundo.

A notoriedade dos Jogos Olímpicos fez com que o evento transformasse inclusive as forças políticas, a exemplo das Olimpíadas de Berlim, quando Adolf Hitler se recusou a reconhecer as vitórias do atleta negro de nacionalidade norte americana: Jesse Owens, por questões meramente claras nos dias de hoje, muitos outros fatos aconteceram, negativando as ações preconceituosas de políticos daquela época. Há também por trás da realização dos Jogos Olímpicos, um significativo avanço econômico para as cidades e países que sediam o evento, paralelo a tudo isso a responsabilidade de um país que se candidata para sediar esses jogos, o que exige um investimento na infraestrutura, claro que bem menor do que o retorno gerado pela mobilização econômica no país que se adequa aos critérios para realizá-los. São mudanças socioeconômicas muito positivas no que tange ao aumento dos grupos turísticos de diversas partes do mundo, ocasionando mudanças estruturais permanentes na rede de transportes, hotelaria, instalações esportivas, moradias, gastronomia, novos postos de trabalho provisórios e permanentes. È uma realização muito mais do que econômica e social, “é emocionante aos olhos do mundo”, acaso existe algo mais prazeroso, mais encantador do que ver a nossa bandeira em destaque, centralizada, testemunha de olhos que brilham, de sorrisos e lágrimas de pessoas que saíram de lugares tão simples, a exemplo da própria Sara Menezes, Judoca brasileira que saiu do Piauí e mostrou ao mundo que o impossível só existe nos livros. Os Jogos Olímpicos estão aí para mostrar ao mundo que é preciso união e força para aproximar pessoas, culturas, continentes e países. É preciso disciplina para se realizar um sonho, é preciso investimento no esporte para fomentar as conquistas, é preciso ter uma família para nortear os jovens ao caminho da vitória, de uma vida sem drogas, sem violência e sem omissão. Junto a tudo isso, me vem o desejo de pontuar o civismo e o patriotismo, tão presentes no povo brasileiro. Esse Brasil que é tão amado pelos torcedores, pelos desportistas, por treinadores, por toda essa gente que suscita dentro do seu peito o desejo de vencer e mostrar o seu país ao mundo.

Agradeço a você amigo internauta pela visita e apoio. Aproveitem os Jogos Olímpicos! A gente se encontra por aqui! Até a próxima!

Rosa Maria de Oliveira Medeiros – Pedagoga-Pós graduada em Gestão de Pessoas – Pós Graduada em Coordenação Pedagógica.

O São João da contenção!

Postado por Adalberto Moreno em 19 de maio de 2012

Por quantas vezes postamos matérias explicitamente convidativas, cheias de desejos da realização da nossa festa tradicional (O São João de Jeremoabo), com intenção de que batêssemos o recorde de público, de vendas, ansiosos pelos lançamentos dos novos estilos, moda e acessórios, lançamentos de bandas e músicas novas, conhecer pessoas novas e gozar de grandes alegrias. Desta feita, fomos pegos de surpresa com a estação de pouca chuva, moeda circulando lentamente, aumento súbito do preço do feijão, gente do campo vivendo dificuldade, medos e nenhuma expectativa em relação à festa junina. É o São João da contenção de despesas não somente para o homem do campo, mas para toda comunidade, marcado pela escassez de chuva, o que ocasionou a redução dos dias festivos, atrações de menor expressão e por consequência, o controle de gastos por imposição do TCM (tribunal de Contas dos Municípios). Será um São João curto no que diz respeito às festas com grandes bandas, no entanto teremos a oportunidade de investirmos mais nas tradicionais comemorações juninas típicas de cidade interiorana; uma boa pedida para curtir nesse intervalo sem festas será a apresentação das quadrilhas juninas. Um show cultural de histórias diferentes, ideias majestosas, invenção e moda criada com criatividade e pouco custo. É momento de resgatar as fogueiras nas noites de São João, Santo Antônio e São Pedro, aproveitar as prosas nas calçadas, explosão de bombinhas, luz das chuvinhas e barulho dos traques. A meninada sabe escolher com alegria as brincadeiras que transformam os finais de tarde em lembranças e saudades das nossas festas passadas. Para o comércio fica a dica de que não teremos um grande São João no quesito “vendas”. Para os que têm condições e liberdade financeira para arriscar, fica a certeza da ousadia e a tentativa de estender as tendências da estação atual para as estações vindouras. No mais, temos convicção de que toda sobra de estoque após passada a estação acaba mesmo em promoção. Muita coisa está por vir, a exemplo da possível migração de pessoas de nossa cidade e de outras para diferentes nichos de festas juninas, a procura de eventos mais prolongados, bandas mais renomadas e, sobretudo reencontro de galeras já acostumadas a curtir junto à festa popular e quente que faz parte da nossa cultura. Eu particularmente acredito que vale a pena apostar em nossas improvisações, encontros tradicionais, cheios de amigos, de cor, música e muita simplicidade. Jeremoabo merece que nos tornemos solidários ao amigo do campo, que hoje muito mais do que festa, ora e presa por um punhado de chuva, para fazer nascer e crescer seus sonhos. De certo, sabemos que quem mora na cidade, não sente a seca como quem mora no campo. Os únicos sinais que percebemos são os avançados aumentos dos preços da cesta básica, da pouca rotatividade de vendas, da escassez de produtos laticínios com qualidade. Temos que pensar que grande parte dos visitantes que enobrecem as nossas festividades vem do campo; são esses homens e mulheres simples que encabeçam a movimentação e crescimento da nossa economia local, transformando a força dos pequenos empresários e fazendo a cidade crescer no âmbito de vendas e integração com outros municípios e estados. Somos conscientes de que precisamos controlar a nossa vaidade, o nosso consumismo e pensarmos em nossa atitude enquanto cidadão que promove ou não a preservação da natureza, aliás, ninguém mais colabora com as mudanças climáticas do que nós mesmos que numa busca desesperada pelo ter acabamos agredindo e produzindo demasiadamente lixo, poluição, comprometendo o curso natural das águas, o crescimento de plantas e das espécies animais. Fica aí uma oportunidade de reflexão e quem sabe, uma possível mudança de postura nos próximos anos.

Agradeço a você amigo internauta pela visita e apoio. Um bom São João a todos! A gente se encontra por aqui! Até a próxima!

Rosa Maria de Oliveira Medeiros – Pedagoga-Pós graduada em Gestão de Pessoas – Pós Graduada em Coordenação Pedagógica

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