Jeremoabo: aluna agride professora em sala de aula

Postado por Adalberto Moreno em 27 de agosto de 2014

O incidente aconteceu após uma média atribuída a um trabalho escolar

Escolas ReunidasPor Adalberto Moreno

Uma aluna do turno noturno da Educação de Jovens e Adultos – EJA do Colégio Municipal Coronel João Sá (Escolas Reunidas) de Jeremoabo, agrediu fisicamente a professora de História Ana Sandes. Toda a confusão aconteceu na última segunda-feira (25).

De acordo com as informações, a aluna Jessica da Silva teria ficado nervosa com a média que tinha recebido por um trabalho apresentado em sala de aula e acabou arrastando a professora pelos cabelos.

Nesta terça-feira, 26, pela manhã a professora Ana Sandes prestou queixa na delegacia da cidade.

Em entrevista ao Repórter Edson Alves, da Rádio Jeremoabo FM, a diretora Adelcia Dácia do Nascimento lamentou o fato e disse que no momento do incidente não se encontrava na escola, mas que iria ouvir a professora e a aluna envolvidas para depois tomar as providências cabíveis.

3 Comentário

  1. Hosana disse:

    Isso é um absurdo, a aluna tem que ser expulsa e responder pelos seus atos. Não pode ficar impune.

  2. raimundo disse:

    O que está acontecendo com a educação dos nossos jovens
    Estamos em pleno processo de transição entre uma educação escolar e familiar extremamente arbitrária e a abusivamente permissiva. Antigamente a obediência era sustentada pelo medo e, hoje, a falta de obediência demonstra um profundo desrespeito para com o outro.
    Estou radicalizando? Talvez! Mas às vezes é preciso chocar para ser ouvido… Acontece que Escola e Família não falam a mesma língua, não se comunicam, não trocam ideias. E é exatamente com essa comunicação que, aos poucos, vai-se chegando ao equilíbrio desejado e necessário à Educação dos nossos jovens. É o exercício da autoridade da família e da escola, sem que para isso sejam arbitrárias ou intolerantes.
    A Escola somente requisita a presença dos pais em reuniões esporádicas e formais, em festas, ou quando há indisciplina, notas baixas… É necessário que a Escola se abra e promova reuniões para tratar da educação global de seus alunos, trocando ideias com os pais; é necessário que preste atenção aos mínimos detalhes inseridos nas diversas disciplinas, para que possa de fato educar por completo seus alunos: formar, ao invés de simplesmente informar. Sensibilidade e Responsabilidade são ingredientes básicos ao Educador dos dias atuais e futuros – do contrário, reduzem-se a meros transmissores de informações.
    Os Pais, por sua vez, não se aproximam da Escola, a não ser para casos graves de notas baixas, de briguinhas entre colegas – geralmente superprotegendo seus filhos. Uma boa parte dos pais não comparece às reuniões, ou então só comparece para conferir o Boletim.
    Estabelecer limites às crianças e jovens é fundamental, desde que os leve a compreender o por quê do ‘sim’ e do ‘não’, e representa, desse modo, uma relação saudável, amistosa, com autoridade (não com autoritarismo) e respeito de ambos os lados. Mas para que isso ajude na formação do indivíduo, é preciso colaboração e comunicação entre Família e Escola, pois ambas são responsáveis!
    Um outro ponto muito importante é quanto à orientação dos pais nesse momento de estabelecer limites, quanto à sua participação na vida escolar de seus filhos, etc. Sugiro que comecem a procurar livros que tratem desses assuntos e que são originalmente destinados a professores. Existem muitos que não são unicamente técnicos e que podem auxiliar e muito. Os pais têm que saber os porquês das atitudes dos professores, têm que saber o que e quando cobrar determinadas posturas da Escola, têm que saber como podem colaborar com a Escola, etc.
    Um dos problemas mais graves desta nossa Sociedade é a impunidade – todos concordam – mas desde que se esteja falando dos outros… Por exemplo, se a criança ou jovem deixa de cumprir com seu dever na Escola e esta lhe aplica uma simples advertência por ter quebrado uma regra preestabelecida, muitos pais rapidamente procuram a Escola para justificar essa falha, ao invés de reforçar, em casa, que tudo na vida tem uma consequência e que todo cidadão tem direitos, desde que cumpra com seus deveres! O excesso de proteção, de desculpas, é muito prejudicial na formação da personalidade da criança e do jovem – isso leva à impunidade.
    A Sociedade que aí está é injusta, egoísta, aproveitadora, desonesta! Ou nós nos unimos com o objetivo único de formar nossas crianças e jovens para o bem, ou estaremos conscientemente reproduzindo a desumanização da Sociedade. Giselle Castro Fernandes,
    Psicopedagoga, coautora do livro
    “A Informática na Era da Educação”

  3. jaci porto disse:

    sera que jeremoabo esta virando suburbio de capitais somos tão pasificos não devemos ficar preocupado com este ato


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